5 COISAS || CREPÚSCULO - STEPHENIE MEYER

19 de fev de 2018

Oi madies, tudo bem? Como estão aproveitando o início desse feriado maravilhoso? Esse ano irei me dedicar mais as leituras/séries/blog, ao invés de cair na folia. Hoje de manhã terminei uma releitura que eu deveria ter terminado em janeiro, e quero conversar um pouco mais sobre ela.

A Saga Crepúsculo foi uma grande paixão minha quando eu era mais nova. Me encantei pelo universo criado pela autora e apesar de ter achado estranho vampiros brilharem e odiado a protagonista, foi uma história que ficou marcada na minha jornada de leitora.

Esse ano, através do instagram, decidi montar junto com algumas pessoas, um projeto de (re)leitura da série. Para alguns, é a primeira oportunidade de se aventurar por essa história, e para outros, a chance de reencontrar personagens tão marcantes. E hoje, eu vim falar 5 coisas que eu gostei dessa releitura, até porque fazer uma resenha sobre esse livro já não é mais necessária.


1. A escrita
Logo de cara, o que chama atenção na história, é a escrita. A Stephenie tem uma escrita ágil e leve, fazendo com que a gente avance pela história sem perceber. Por mais que algumas coisas tenham me irritado, nada conseguiu diminuir o meu ritmo nessa leitura. A forma como a autora descreve as cenas e os cenários também me chamam muita atenção, porque de fato eu visualizo tudo o que ela quer nos mostrar.

2. Os sentimentos
Não é segredo para ninguém que a Bella tem uma personalidade difícil, o que é bem fácil acabar pegar ranço por ela. Mas uma coisa que percebi é que nós sentimos as coisas de maneiras bem parecidas, o que me fez relevar um pouco seu "jeito adolescente". A dificuldade de transmitir emoções e de lidar com eles são alguns dos pontos que temos em comum.

"E eu estava pensando em como o tempo parecia fluir de forma desconexa em Forks, às vezes passando indiscretamente, com cada imagem se destacando de forma mais clara do que as outras. E depois, em outras ocasiões, cada segundo era significativo, grudado em minha mente. Eu sabia exatamente o que provocava a diferença e isso me perturbava".

3. Relações familiares
Tanto Bella quanto Edward têm uma relação muito forte com seus familiares e isso é algo que me chamou a minha atenção. O fato deles se colocarem à disposição para protegerem quem amam é uma característica mega positiva dos personagens. 

4. Os Cullens
Eu simplesmente sou apaixonada por esse clã. Conhecer um pouco da história deles (não de todos, nesse primeiro livro) e o amor que permeiam essa relação é algo gostoso de ver. Gosto das particularidades de cada um, mesmo que alguns sejam detestáveis (eu realmente não gosto da Rosalie nesse livro, apesar de entendê-la). Esme e Alice são algumas das minhas personagens favoritas, apesar da primeira não ter tanto destaque. Na verdade, todos acabaram me encantando de alguma maneira.

5. A mitologia
O povo pode reclamar a vontade, mas apesar de ser estranho, gostei da audácia da autora em criar uma versão diferente para a mitologia dos vampiros. É estranho? Bastante! Mas me cativou mesmo assim. Fora que eles brilharem nem é tão relevante assim, sendo que existem outras características bem legais também (principalmente os poderes). Acho que o que estragou nesse ponto foi o filme, porque não gostei de como foi retratado (na verdade, tenho ranço do filme, ainda mais depois dessa releitura).

Bônus (um ponto negativo)
Nem tudo são flores, e apesar de eu gostar demais do livro e ter dado 4 estrelas nessa releitura, algumas coisas me incomodaram. Mas tem uma que me irritou além do normal, e eu gostaria de compartilhar aqui com vocês.


1. Os adolescentes
Gente, por incrível que parece, dentre tantas coisas que podem me irritar nesse livro, o que mais me tirou do sério foram os dramas adolescentes. Acho que eu realmente estou ficando velha HAHAHA
Aqueles amigos da escola da Bella, fora os próprios dramas dela e do Edward (não importa que ele tenha centenas de anos, continua tendo atitudes de adolescente) me fizeram real ter vontade de entrar no livro e dar uma cabeçada em cada um deles. Aquela Jess gente, pelo amor de deus. E o Mike? Alguém soca esses dois por favor. 

Enfim, era isso que eu queria comentar com vocês hoje. Estou participando de uma maratona 24 horas e gravando vlog, no vídeo tenho feito mais comentários sobre essa releitura (quando o vídeo sair, eu posto aqui para quem quiser acompanhar).

"Quando a vida lhe oferece um sonho muito além de todas as suas expectativas, é irracional se lamentar quando isso chega ao fim".

Mas e vocês, o que acham de fazer releituras de livros que gostam bastante? Eu estava bem receosa, com medo de perder a admiração que eu tenho por essa história de amor, mas por enquanto está tudo bem. Em fevereiro ainda pretendo ler Lua Nova (até então, um dos meus favoritos), e também vou fazer uma postagem semelhante a essa para ele e os próximos volumes da saga. Se quiserem acompanhar melhor, me siga no instagram!


Beijos e até a próxima

Me siga nas redes sociais
Facebook ∴ Instagram ∴ Twitter ∴ Skoob ∴ TV Time ∴ Filmow ∴ Spotify ∴ We Heart It ∴ Pinterest

OPINIÃO || O SILÊNCIO DA SEREIA - KATE WILLIANS || @willians_kate

17 de fev de 2018

O Silêncio da Sereia - Kate Willians

Páginas: 39
Ano: 2016
Editora: Independente
Encontre aqui: Skoob, Amazon (somente em e-book)

"Mergulho novamente para o fundo do mar, sentindo a dor de ser quem sou. A dor por ser uma criatura incompleta."





Oi gente, tudo bem? A indicação de hoje é uma releitura bem legal e dark de uma das minhas princesas favoritas!

Aria é uma sereia. Possui uma beleza fora do comum, mas tem uma particularidade que a faz distanciar dos outros de sua espécie: ela é muda. Como um dos fatores principais de uma sereia é sua voz melodiosa, Aria está destinada a sempre ser deixada para trás, nunca podendo se casar e ser feliz. Cansada de todo esse sofrimento, ela decide tomar algumas decisões e enfim ser respeitada, mas suas ações trarão aquilo que ela menos deseja.

"Se ainda houvesse uma gota sequer de esperança, faria tudo o que estivesse ao meu alcance parater uma voz, um canto, uma essência..."

Quem me conhece sabe que sou apaixonada por releitura dos contos de fadas. Sério, qualquer releitura que passar por mim eu leio, rs. Quando a autora disponibilizou que nós parceiros escolhêssemos uma de suas obras para o primeiro contato, não tive dúvidas por qual começar. E creio que comecei com o pé direito.

Nossa história nos traz a princesa Aria, uma sereia que por ser muda, é deixada de lado até por sua família, já que o canto é uma das características mais marcantes das sereias. O único ser que fica ao seu lado é o golfinho Eros, mas isso não é o suficiente para que ela se sinta feliz. Ela quer se sentir completa, assim como os outros seres. Logo no início percebemos que Aria tem bom coração, mas sentimentos como inveja, raiva e ódio permeiam seus pensamentos por não achar justo a sua condição. Isso me deixou feliz, pois ninguém é totalmente bom.


Se essa situação já não fosse ruim o bastante, ela é obrigada a ser amante de seu próprio pai, pois tritão nenhum irá querer se casar com uma sereia sem voz. Aria é obrigada a ser abusada pelo rei, se sentindo suja cada vez que ele encosta nela. Cansada dessa situação, ela tenta mudar o rumo de sua vida indo até a bruxa Leya, achando que ela será sua salvação. Mas o que a bruxa quer em troca é algo impossível, e isso a deixa ainda mais desesperançada. Até que decide se arriscar no mundo dos humanos. Em seu reino existe a regra de que se uma sereia for tocada por um humano e o sentimento for correspondido, ela terá a permissão de transitar entre os reinos e de trazer o seu amado ao reino das águas. Aria vê nos humanos a única oportunidade de mostrar o seu valor, e enquanto se relaciona com o Governador Erick, acaba percebendo que nem tudo são flores.

O conto é curto, então não posso dizer mais coisas do que eu já contei. A relação de Aria com Erick é intensa, ainda mais por ela nunca ter tido a oportunidade de estar com alguém por livre e espontânea vontade. Mas por não conseguir se comunicar, acaba não percebendo certas coisas sobre seu "príncipe encantado", o que faz com que a situação não seja do jeito que imaginava.

"Eu sou importante. E irei fazê-los lembrarem-se eternamente disso."

O Silêncio da Sereia é uma história não muito feliz, mostrando que nem tudo é perfeito, por mais que queiramos que seja. Através da Aria sentimos a dor da rejeição - por sua família e por si mesma, porque não se acha boa do jeito que é -, a forma como o abuso mexe com sua cabeça e péssima ideia de aceitar coisas de pessoas não confiáveis. Você espera que ela tenha um final feliz, mas sabe que pelas decisões que a protagonista toma, isso pode não acontecer.

A escrita da Kate é fluida e logo você imerge nos dilemas que Aria passa. Por ser um conto, alguns pontos não são aprofundados e alguns acontecimentos ocorrem mais rápido do que desejamos, mas isso não chega a atrapalhar a história. 

Espero que leiam o conto (é super rapidinho) e surtem comigo com aquele final. SÉRIO KATE, PORQUE FEZ ISSO COMIGO? (pronto, acalmei) Se já leram, não deixem de comentar suas impressões. Adorei esse primeiro contato com a escrita da autora e com certeza lerei outras obras dela.

E-book recebido em parceria com a autora.


Beijos e até a próxima

Me siga nas redes sociais
Facebook ∴ Instagram ∴ Twitter ∴ Skoob ∴ TV Time ∴ Filmow ∴ Spotify ∴ We Heart It ∴ Pinterest

50 PERGUNTAS #03 || O QUE VOCÊ ANDA FAZENDO COM SUA VIDA?

16 de fev de 2018

Oi madies, tudo bem? Estou respondendo beeem atrasada essa pergunta, mas é que no carnaval acabei ficando na casa do boy e não levei o note. Mas essa semana estou colocando tudo nos eixos, viu :)

03. Se a vida é tão curta, por que fazemos tantas coisas que não gostamos e gostamos de tantas coisas que não fazemos?

Achei a pergunta da semana muito legal, porque reflete bem o momento que ando passando e me fez lembrar de um vídeo que assisti a um tempo atrás.

Nós sempre estamos correndo. A rotina que estamos inseridos nos "obriga" a viver de uma forma acelerada e às vezes até robótica, a fim de conseguirmos cumprir com nossas obrigações e afazeres. Nos preocupamos muito com cumprimento de metas, o foco e a importância do trabalho - onde devemos nos dedicar ao máximo para podermos sermos financeiramente estáveis - e esquecemos que a vida não é apenas isso.

Photo by Clint McKoy on Unsplash

Trabalhar é sim importante, independente de qual área você atua. Querendo ou não, você precisa se sustentar e o trabalho é a maior forma de conseguir a sua independência. Mas o que quero desabafar aqui, é o quanto estamos perdendo ao focarmos apenas aonde precisamos chegar, principalmente pelas pressões que sofremos todos os dias.

Falando por experiência própria: ano passado ingressei em um trabalho que abriu portas para o início da minha estrada profissional. Para quem está começando, uma oportunidade faz toda a diferença e agarrei essa oportunidade da melhor maneira possível. A partir de então, tudo que faço - basicamente - é em relação ao meu serviço e nem tudo têm sido perfeito. Tive alguns problemas de saúde, crises de ansiedade, perca de vontade de fazer as coisas que eu mais amo - inclusive o blog - e comecei a me questionar se realmente vale a pena se doar 100% por algo que não está te fazendo bem.

Uma coisa que percebi, é que acabei deixando de lado todas as coisas que eu gostava. Deixei de sair com meus amigos, deixei de ler, de assistir séries, de sentir prazer em escutar música... Eu só ficava em casa ou fazendo nada, ou trabalhando. E isso não é saudável. Independente se você faz o que ama ou não, não é saudável viver em função apenas de uma coisa. E isso vale para hobbies também.

Como a pergunta cita, a vida é curta. Estamos tão presos em nosso mundinho que esquecemos que tudo pode acabar num piscar de olhos. E o que você fez? Você viveu ou apenas sobreviveu? Tenho me questionado bastante sobre isso e nesse ano estou tentando ao máximo não deixar de lado nenhum âmbito da minha vida. Trabalhar é importante, mas descansar também é. Tente manter a balança direitinho para que você não esqueça de viver.

Há um tempo atrás, assisti um vídeo da Anna que fala sobre trabalhar com algo que não gostamos e que está tudo bem com isso. Gostei demais da discussão dela, e quando estava pensando no que responder hoje, me lembrei dele. Vale a pena conferir viu - e se inscrever no canal dela também!


Mas me conta aí nos comentários: o que você responderia nessa pergunta? Você anda vivendo ou apenas existindo?


Beijos e até a próxima

Me siga nas redes sociais
Facebook ∴ Instagram ∴ Twitter ∴ Skoob ∴ TV Time ∴ Filmow ∴ Spotify ∴ We Heart It ∴ Pinterest

EU VI || LA CASA DE PAPEL

15 de fev de 2018

E ai pessoal, tudo bem com vocês?? Como essa é a minha primeira postagem aqui no blog em 2018, então primeiramente desejo à vocês um ano repleto de realizações e alegrias!! E pra começar o ano com chave de ouro, venho hoje indicar uma série que eu estou completamente VICIADA !! 


La Casa de Papel || 1ª Temporada
13 Episódios || 40-55 minutos || Netflix

La Casa de Papel é uma minissérie espanhola que foi lançada aqui no Brasil pela nossa querida Netflix e está bombando. Nela acompanhamos o plano milimetricamente calculado para que o roubo à Casa da Moeda da Espanha seja o maior roubo da história.

O grupo de assaltantes é composto por 9 integrantes, sendo 8 deles os maiores criminosos já vistos e a "nona cabeça" é o Cérebro da operação, cujo objetivo principal deles é "roubar" ("se você produz seu próprio dinheiro então não é roubo" frase citada na série) 2,4 milhões de euros. Para que isso ocorra, tudo o que eles precisam é de 11 dias dentro da casa da moeda.

Conhecendo um pouco dos personagens: 

Esse é o nosso cérebro de tudo, denominado professor. Interpretado por Álvaro Morte, o professor é aquele tipo de pessoa que a gente olha e não da nada por ele mas que no final acabamos nos surpreendendo com as coisas que é capaz de fazer. Sempre muito calmo e calculista ele consegue pensar e planejar cada passo que seus "alunos" irão realizar com base em todas as possibilidades de ações da polícia. Ele tem tudo esquematizado e por diversas vezes ele consegue induzir os policiais a fazer exatamente o que ele queria, fazendo assim com que a polícia pense que estão na frente quando na verdade só estão dançando conforme a música tocada por ele.

Tóquio, interpretada por Úrsula Corberó, é uma moça jovem que está no mundo do crime desde os 14 anos. Possui uma personalidade extremamente forte e passa a imagem de pessoa durona que não liga pra ninguém além dela própria, mas que têm seu lado doce e sentimental que quando aflorado faz com que ela haja por impulso.
Berlim, interpretado por Pedro Alonso, é a típica pessoa soberba. Por ser o "Líder" da operação se acha superior a todos os seus companheiros e em algumas vezes sobrepõe seus desejos em cima das ordens do professor. Muda de temperamento em questão de segundos e pode ser uma pessoa muito violenta se julgar necessário. Além de ser capaz de passar por cima de quem for para o seu próprio bem.

Rio, interpretado por Miguel Herrán é o meu queridinho entre todos (haha). Jovem nerd, capaz de coisas que jamais poderíamos imaginar. Apesar de estar envolvido no mundo do crime, possuí um coração enorme e faz questão de priorizar seu lado humano. Considerado ser o mais fraco entre todos ele tenta sempre mostrar o contrário e se faz de violento mas sem nunca abandonar a sua real essência.

Moscou, interpretado por Paco Tous, e Denver, interpretado por Jaime Lorente, são pai e filho. Mas essa relação não é um problema, pelo contrário, se eles não trabalhassem juntos muita coisa aconteceria de forma diferente pois Denver é uma pessoa muito impulsiva e age sem pensar nas consequências 

Nairobi, interpretada por Alba Flores, é uma jovem que teve uma infância muito difícil e acabou engravidando muito nova. Abandonada pelo pai da criança, viu no mundo do crime uma forma de sustentar seu filho. Decidiu permanecer na operação na Casa da Moeda com o intuito de arrumar dinheiro suficiente para recuperar seu filho e viver em um lugar diferente e tranquilo.


Helsinki, interpretado por Darko Peric e Oslo, interpretado por Roberto García são irmãos e pouco se sabe sobre eles pois são muito reservados e de pouca conversa.

E por fim Raquel, interpretada por Itziar Ituño, é a nossa peça chave afinal ela é inspetora policial responsável por dialogar com o professor com o objetivo de que o sequestro/operação termine da melhor forma possível e sem vítimas fatais. Apesar de ser extremamente inteligente acaba se deixando levar pelo lado sentimental e se envolve em situações que coloca toda o seu esquema em risco.


Se você adora um suspense e drama, com toda certeza essa série foi feita pra você! Ela conseguiu me prender do início ao fim e me causou diversos sentimentos desde alegria, tristeza e até mesmo amor. 


Ficou curioso pra saber mais um pouquinho sobre a série?? Assiste aqui o trailer oficial e se entregue a essa maravilha! haha


Espero que tenham gostado da sugestão e por hoje é só! Beijinhos!!


Siga o blog nas redes sociais
Facebook ∴ Instagram ∴ Twitter