EU VI || PRETTY LITTLE LIARS 7x01 - TICK-TOCK, BITCHES

26 de jun de 2016

AVISO: Essa review contém spoilers do episódio novo e das temporadas anteriores. Caso você acompanha a série, já aviso para que não leia. Por esse motivo, esse post não valerá para o top comentarista do mês.


Madies do meu coração, tudo bem? Não sei se vocês sabem, mas eu sou apaixonada pela série Pretty Little Liars, mesmo com toda a enrolação e tudo mais. FINALMENTE, no dia 21 de Junho, a série retornou com a 7ª temporada (e possivelmente, a última). Eu estava mega empolgada para esse retorno, principalmente por conta do final da temporada anterior. Por isso decidi que vou fazer uma review separada para cada episódio, contando como foi e o que eu achei. Nunca fiz uma review desse jeito, então espero que fique legal. E você, fã da série como eu, não deixe de dar a sua opinião também! Enfim, vamos ao episódio.

Primeira coisa que tenho a dizer é: adorei esse primeiro episódio :D Ver todo mundo trabalhando junto, para poder resgatar a Hanna, trás a sensação da essência da série. #SaveHanna

Fiquei com muita dó da Hanna. Depois que ela mentiu dizendo que matou Charlotte, a vida dela está um inferno. As torturas que ela passa no cativeiro me deixou muito triste. Eu espero que ela reencontre o pessoal logo. 

Essa Mary está muito suspeita. Achei legal colocar a gêmea da Mrs. D. na parada, mas ela esconde coisas demais. Tenho certeza de que muita coisa ruim está por vir através dela.  Adorei o encontro dela com Spencer, já deu para notar um pouco o caráter dessa mulher. E essa parceria dela com Elliott vai dar o que falar. Por sinal, eu nunca gostei do Elliott desde o início. Dava para ver que aquele amor todo que dizia sentir pela Ali era mentira. Mas estou curiosa para saber até onde ele vai para descobrir o real assassino de Charlotte.

Falando na Ali, coitada viu. Ela está passando por maus bocados lá no hospital. Confesso que eu não gostava dela, mas eu fiquei com pena de tudo que lhe está acontecendo. Ela não merecia ter casado com Elliott e sofrer assim. Gostei muito da última cena do episódio, quando ele fala que sabe que foi ela quem matou a Charlotte. Sinto que Ali vai sofrer ainda mais agora.

Vamos aos casais. Depois que a Hanna foi sequestrada, Caleb e Spencer não estão muito bem. Na verdade, ele está bem frio com ela, o que eu entendo. Nenhum dos dois esqueceram os amores do passado, e penso que Caleb se sente culpado por tudo que está acontecendo com a Hanna, por isso essa obstinação toda. Eles não devem durar muito mais, e eu fico feliz com isso. Apesar deles combinarem, prefiro Haleb e Spoby! Mas fiquei bem chateada com a Spencer. Em alguns momentos pareceu que ela estava mais preocupada com o seu relacionamento do que resgatar a Hanna. Mancada Spencer!

Muito legal ver Toby e Spencer trabalhando juntos. A sintonia dos dois não mudou, mesmo após o término. Espero muito mais cenas assim. Foi legal ver Aria e Ezra trabalhando juntos também, aqueles dois realmente não conseguem ficar longe um do outro. 

Emily parece que é a que mais sofre, principalmente pela Alison. Achei precipitado ela ter contado ao pessoal que Alison matou a Charlotte, porque com certeza aquele casaco vermelho foi plantado ali. Não podemos esquecer que na 6ª temporada as liars estavam sendo ameaçadas por duas pessoas: o assassino da Charlotte e quem quer descobrir o assassino. 

E para fechar, Mona rainha estava demais ao lado do Caleb seguindo a Mary. Adorei essa dupla, e espero que continue assim por muito tempo. 

Estou curiosa com a primeira cena do episódio, com as meninas no cemitério (?). Quero entender porque estavam lá. E será que a Hanna vai conseguir fugir do cativeiro? 

No geral o episódio foi bom. Gosto desse paralelo da cena principal (o resgate da Hanna) e o desenvolvimento sentimental de cada personagens. As emoções estão a flor da pele aqui e muita coisa vai mudar daqui para frente


Uma das cenas mais emocionantes. Spanna é muito amor <3
Bom, espero que tenham curtido. Como disse antes, é a primeira vez que faço um post assim e seria legal receber o feedback de vocês. Essas postagens sairão todo domingo, e estou muito feliz com essa ansiedade de esperar cada semana por um episódio novo. Estou conferindo os episódios por esse site aqui, recomendo bastante ele viu.


Beijos e até a próxima

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OPINIÃO || A CHAVE DOS MUNDOS: A TORRE DE PHART HALOR DE ZECA MACHADO

24 de jun de 2016


A Chave dos Mundos: A Torre de Phart Halor de Zeca Machado

Série: A Chave dos Mundos #01
Páginas: 413
Ano: 2014
Editora: Clube dos Autores
Encontre aqui: Skoob | Amazon

*Livro lido em booktour




Olá madies! Como vocês estão? Hoje eu vim falar (mega atrasada) sobre uma fantasia nacional que me encantou demais. Vem saber um pouco sobre o livro A Chave dos Mundos, do autor Zeca Machado.

O livro conta a história do casal Asirl e Liohr. Eles estão casados a bastante tempo e moram em uma casa mais afastada da cidade e são muito felizes. Agora, a felicidade de ambos está completa, pois Asirl dá a luz a duas meninas lindas, chamadas Ishiá e Narhen. Um mês depois do nascimento de ambas, eles partem para a cidade, com a finalidade de comprar mantimentos e apresentar as filhas aos deuses, mas o que encontram é completamente diferente do que imaginavam. Cirròt, a cidade em que estavam indo, não é mais a mesma que eles conheciam. Tudo estava queimado e destruído. Liohr consegue salvar um amigo e ele lhe conta que o exército das Sombras invadiram a cidade em busca de uma bebê recém nascida, e lhe aconselha a fugir com sua família. Infelizmente, no meio da fuga uma parte do exército os encontra e eles precisam se separar. Asirl foge com Ishiá e Liohr com Narhen. A partir disso, cada uma das meninas precisar passar por suas provações e descobrir o seu real propósito.

"Não fique triste! Os deuses sabem o momento certo para nos dar a resposta, embora, na maioria das vezes, tenhamos pressa em consegui-las".

Eu amo fantasia, e amo mais ainda ver o desenvolvimento dos personagens principais. E aqui eu tive isso além da conta. Ishiá e Narhen são bem distintas de personalidade, embora bem parecidas fisicamente. Adorei conhecer as duas e fazer parte da jornada individual delas.

O livro é narrado no ponto de vista das duas irmãs, narrando o que aconteceu desde que se separaram, quando bebês. Liohr e Narhen conseguem refúgio na cidade de Larthimar, a comunidade dos elfos. Sendo uma garota agitada, se aperfeiçoou bastante na arte de lutar, superando qualquer humano ou elfo. Asirl e Ishiá se refugiaram em Phart Halor, em outra comunidade élfica. Ishiá, ao contrário da irmã, é bem tranquila, descobrindo logo cedo possuidora de poderes, se tornando assim uma sacerdotisa. Apesar de terem crescido separadas, é como se estivessem unidas, pois uma consegue sentir a presença da outra, ciente que um dia irão se encontrar. Em suas jornadas, cada uma vai desenvolvendo suas habilidades, principalmente depois de saber qual é o propósito que os deuses têm para elas. 

Gostei muito da maneira de como os deuses se mostram importante na vida construída pelo autor. As raças diferentes existentes, e como uma não interage mais com a outra, desde que os humanos aparecerem e algumas divergências ocorreram. A forma que a sombra aqui cresce, desenvolve e se amplia é também um ponto positivo ao livro.

Eu estou apaixonada por essa capa <3
Pra falar a verdade, eu não tenho do que me queixar da história ou da narrativa. A escrita do autor flui de uma forma que nem percebemos, nos fazendo realmente fazer parte da vida dessa família. Gostei dos costumes, das raças e dessa diferença do bem e do mal que cada uma encontra em seu caminho. As particularidades de cada personagem me cativou bastante, o que me fez colocar vários deles em meu coraçãozinho. Narhen e Ishiá vão conhecendo pessoas boas e ruins em sua jornada e os amigos que fazem são fundamental para que consigam chegar ao seu propósito. 

O final me deixou feliz e triste ao mesmo tempo. É uma cena que eu já esperava, mas fiquei triste por não ter mais, rs. Agora vou em busca do segundo volume, As Escadas de Urttor, para descobrir até aonde a jornada dessas irmãs as estão levando.

Acho que já entenderam que eu adorei o livro, certo? Se você gosta de fantasia e conhecer mundos novos, vai com tudo. Só vai ter dificuldade em pronunciar os nomes, rs, mas de resto, vai adorar se aventurar pela vida dessa família encantadora. É um nacional que vale a pena conferir. Agradeço muito a oportunidade de ter lido o livro, e desculpas pela demora a postar essa resenha, mas a vida tá complicada. 

Não deixem de comentar se já leram ou pretendem conhecer essa história. Garanto que aventuras não irão faltar. 


 

Beijos e até a próxima

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EU VI || ARRESTED DEVELOPMENT - 1ª TEMPORADA

23 de jun de 2016




Um pai viúvo chamado Michael Bluth, cujo pai George Bluth foi preso por forjar a contabilidade das empresas Bluth, acaba tendo que cuidar de sua ex-rica família.Além de Michael, a família é formada por sua mãe, a socialite Lucille; seus irmãos Buster e Gob, um cartógrafo e um fracassado mágico, respectivamente; sua irmã obcecada por moda Lindsay, e seu marido Tobias, que perdeu a licença de médico. E ainda tem George, o filho adolescente de Michael, que tem uma estranha paixão por sua prima Maeby. (sinopse filmow)




Olá, pessoas. Hoje vim recomendar essa série que estava na minha lista há anos e que só fui desencantar agora. Eu nem lembro quando foi a primeira vez que ouvi falar de Arrested Development, mas sei que nem precisei ouvir muito sobre para ficar mega curiosa e querer assistir. O negócio é que eu sou um ser humano muito enrolado e me dá muita preguiça séries que tem muitos episódios por temporada (por isso que assisto mais programas britânicos; mesmo que eles tenham temporadas infinitas, são menos episódios e eu me sinto progredindo na história), aí acaba que eu sempre deixo para assistir as coisas depois e assim se passam anos e anos e nada. Pois bem, um dia a Netflix lindona colocou todas as temporadas disponíveis antes e deu uma última temporada para a série que já estava cancelada há tempos, eu salvei na minha lista, enrolei mais um bocadinho e finalmente consegui terminar a primeira temporada (desculpem o desabafo, vou me controlar mais daqui para frente).




Essa é uma série de comédia familiar. Temos como foco a família Bluth e o que se sucede com ela quando o patriarca George Bluth (Jeffrey Tambor) é preso por fraude. Acaba que Michael Bluth (Jason Bateman) é que tenta recuperar os negócios da família e acaba tendo que reaprender a conviver com todos eles. Acho importante avisar que são todos muito loucos, mesmo Michael e seu filho, George-Michael Bluth (Michael Cera), que são os mais responsáveis e que tentam fazer as coisas a sério. Aí você imagina um monte de gente meio louca numa mesma casa – que nem é uma casa de verdade –, tendo que conviver junto porque essa é a única alternativa.

O que torna esse seriado tão legal, fora as desventuras da família Bluth, é o narrador, que é sempre muito presente e faz alguns comentários ácidos enquanto narra a história com uma voz muito serena. Fora que os episódios são muito dinâmicos e o elenco transparece uma química boa, fazendo com que você simpatize com os personagens mesmo quando você jamais suportaria nenhum deles se existissem na vida real.




Não acho que seja uma série de comédia daquelas que você gargalha até ter falta de ar (foram pouquíssimas cenas que me levaram a tanto), mas é das que você começa com um sorrisinho no rosto e fica com ele até o final. E também tem muitas críticas ao estilo de vida americano, o que dá toda uma profundidade diferente para o programa. Espero que deem uma chance, se divirtam, e comentem ali em baixo o que acharam.


Abraços e até a próxima.
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